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PAPEANDO SOBRE CULTURA. OBA!

Por: Isabel Cristina Lopes Falar sobre saber cuidar da política como arte e da arte como política sem refletir sobre cultura é simplesmen...

Por: Isabel Cristina Lopes
Falar sobre saber cuidar da política como arte e da arte como política sem refletir sobre cultura é simplesmente impossível. Diante disto, comecemos a falar.....
No decorrer da história da humanidade o conceito de cultura já adquiriu vários sentidos, principalmente em função de interesses divergentes entre grupos dominantes e dominados, presentes em todas as formas de sociedade.
A partir de Gramsci podemos compreendê-la de maneira ampliada, ou seja, podemos percebê-la enquanto abarcante de todos os aspectos da vida em sociedade, como o espaço do lazer, do trabalho, da religião, da família, da culinária, das definições de belo e feio, do sagrado e do profano....
No âmago de suas definições, encontramos o conceito de cultura popular. Sobre ele (o conceito de cultura popular) podemos constatar frequentemente uma relação com outro conceito, o de alienação, posto estar vinculado à ideia da cultura e indústria de massas e, sim, porque está vinculado à imagem das camadas mais pobres da sociedade. Mas, considerando o popular a partir do conceito de luta política, cultura popular pode ser assimilada como espaço de resistência em vez de espaço de alienação.
Considerá-la (cultura popular) em suas expressões concretas, determinadas por contextos econômicos e políticos, envolve apreendê-la na relação com outras formas de expressão cultural com as quais constrói sua gênese e desenvolvimento. Estamos falando, por exemplo, da cultura de massas.
A cultura de massas é a cultura industrializada. Alfredo Bosi, no livro      “Dialética da colonização”, destaca que as relações entre cultura de massas e cultura popular são muito delicadas, principalmente em função das tentativas de se transformar tudo em mercadoria de consumo, objetivando retirar, da cultura popular, seu caráter de instrumento de crítica.

Isabel Cristina Chaves Lopes é Profª Adjunto II do quadro permanente da Universidade Federal Fluminense. Doutora em Ética e Direitos Humanos pelo Programa de Estudos Pós-graduados em Serviço Social da PUC/SP (2014). MestrE em Serviço Social e trabalho pela UERJ (2002). Especialista em Serviço Social Contemporâneo pela UFF/ESR/SSC (1996). Graduada em Serviço Social pela UFF/ESR/SSC (1989). Coordenadora do Nediger (Núcleo de Estudos sobre Ética e Diversidade de Gênero, Etnia e Racismo) da UFF/ESR/SSC .
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